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Sinto que me
observas
Mesmo que distante
Paixão platônica?
Não sei... Saudades?
Talvez
Que pena não é verbo
Se fosse, não sei se
você conjugaria.
A cada dia lembro de
ti
Não preciso de
e-mails, olhares
furtivos em fotos.
Sua lembrança ainda
arde em minha mente
Como fogo que
consome meu ser
Se pudesse voltar no
tempo
Teria lutado mais
E evitado te amar
Então, você seria
igual aos outros.
Que não passou de
uma saudade gostosa
De um momento de
loucura
Só sei de uma
coisa...
Te olho como me
olhas
Te vejo como me vês
Apenas nos
diferenciamos
Por uma única
coisa...
Ao te ver com outras
Percebo que nos teus
olhos, no seu rosto.
O encanto acabou seu
olhar pesado e frio.
Pensamento distante
no destino
que nos pregou esta
peça
Quem sabe um dia,
diblaremos o
destino.
Retomamos onde
paramos
Deixará de me
observar
E para sempre me
amar, pois meu
amor...
A Paixão é efêmera
O Amor é eterno
Abra seu coração ao
grande
amor que tenho para
te dar.
MALU FREITAS
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