Poeta errante, inconstante
Canta o amor em versos e prosas
Mas não sabe amar

Pobre poeta solitário
Sempre insatisfeito
Se faz amor e dissabor

Por onde passa deixa dores
Na sua busca incessante
Não se deixa aprisionar

Poeta infiel as vezes cruel
Numa viagem sem fim
Vagueia sem rumo

Sem pouso certo, sem direção
Atrás de si deixa almas sofridas
Choros incontidos

Na sua busca desenfreada
Pela sua alma gêmea, nada o detém
Segue cego, sem olhar pra trás

Buscando o impossível
O amor perfeito, a musa sem defeito
Que só existe em seus sonhos e versos

Pobre poeta errante,
Sem destino, homem menino
Nunca irá descansar,

nunca irá parar nem repousar
Já deixou pra trás um rio de lágrimas
Corações apaixonados, despedaçados

E talvez nessas lágrimas
Tenha deixado seu amor, tão procurado
Tão desejado, passar sem perceber.

 

::::Livro de Visitas::::Recomende::::

 

|Voltar|

 Free Counter
 
 

websites & design